O diálogo entre a religião e a ciência é fundamental para haver uma maior fraternidade, afirma Carlos Fiolhais

O diálogo entre a religião e a ciência é fundamental para haver uma maior fraternidade, afirma Carlos Fiolhais

Físico de Coimbra encerrou as IV Jornadas de Teologia de Angra e sublinhou os valores que a religião pode sugerir à ciência e ao mundo

Num mundo em que ciência e religião estão separadas, o diálogo entre ambas “é fundamental” para a vida do homem, afirmou esta noite o físico Carlos Fiolhais na última conferência das IV Jornadas de Teologia, promovidas pelo Seminário de Angra e que decorreram em ambiente digital.

“A ciência fornece conhecimentos e soluções mas não valores, e  esses valores, que são necessários, podem ser dados pela religião que os deve sugerir mas não impor”, referiu o cientista sublinhando a urgência “de um diálogo franco” entre a ciência e a religião. [continuar a ler]

O conforto da modernidade roubou-nos tempo para olhar o Céu

O conforto da modernidade roubou-nos tempo para olhar o Céu

Padre António Vaz Pinto foi o orador do segundo dia das IV Jornadas de Teologia de Angra

O homem moderno não tem tempo nem espaço para Deus porque a sua vida é preenchida por deuses que lhe dão o que ele precisa no imediato, defendeu esta noite o padre António Vaz Pinto, o segundo orador das IV Jornadas de Teologia de Angra, que estão a decorrer online até amanhã.

De acordo com o teólogo, os progressos científicos e tecnológicos, na sua “ambivalência”, promovendo o melhor e o pior, potenciam o “ateísmo” da modernidade.

“O que seria o covid e a luta contra a pandemia se não fosse a ciência e a técnica?” interpelou o padre Vaz Pinto sublinhando que “a evolução técnica provocou uma espantosa transformação na vida do homem, criando um mundo muito diferente”. Mas, ao mesmo tempo “a ciência e a técnica criaram um horizonte imanente e terreno” de “satisfações imediatas” que “tiraram tempo e lugar ao verdadeiro Deus”

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IV Jornadas de Teologia arrancam com discussão sobre o lugar da Teologia no diálogo entre a Igreja e o mundo

IV Jornadas de Teologia arrancam com discussão sobre o lugar da Teologia no diálogo entre a Igreja e o mundo

Reitor do Seminário abriu as jornadas com a apresentação do terceiro número da revista cientifica do Seminário Fórum Teológico XXI

 

As IV Jornadas de Teologia sobre o Ateísmo e a fé, promovidas pelo Seminário Episcopal de Angra, nos próximos três dias, desenvolvem-se pela primeira vez em ambiente digital e na primeira noite problematizou-se o lugar da Teologia e o seu papel no espaço de fronteira entre a fé e o ateísmo, sobretudo numa sociedade marcada pela indiferença a Deus.

Juan Ambrósio, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, foi o primeiro orador convidado destas jornadas com uma conferência intitulada “O ensino da teologia- Na fronteira do diálogo entre linguagens”. [continuar a ler]

Seminário de Angra promove Jornadas de Teologia online sobre “ateísmo e fé”

Seminário de Angra promove Jornadas de Teologia online sobre “ateísmo e fé”

 

O Seminário de Angra vai promover entre hoje e sexta-feira mas IV Jornadas de Teologia , que decorrerão em ambiente digital, com o tema ‘O Átrio dos gentios- Ateísmo e fé: diálogo e procura’.

“O Átrio dos Gentios é um caminho constante, que até se enquadra na sinodalidade que a diocese está a viver. Devemos estar no mundo procurando desempoeirar a mente e permitir que o Espírito Santo nos ilumine”, explicou o reitor do Seminário de Angra ao sítio Igreja Açores.

O padre Hélder Miranda Alexandre referiu que o Papa Francisco desafia “constantemente” a estar “atentos e disponíveis”  a ser “uma igreja atenta às periferias”.

“É preciso que os futuros padres da diocese tenham abertura aos desafios, sem medo de críticas, de cabeça erguida e com o coração em Deus, mas homens do seu tempo”, acrescentou.

As IV Jornadas de Teologia do Seminário de Angra têm como tema ‘O Átrio dos gentios –  Ateísmo e fé: diálogo e procura’, e vão realizar-se através da plataforma zoom, tendo como conferencistas o professor Juan Ambrósio, da Universidade Católica Portuguesa, o padre Jesuíta António Vaz Pinto e o cientista Carlos Fiolhais, ao longo dos três dias.

“Vamos

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IV Jornadas de Teologia arrancam com discussão sobre o lugar da Teologia no diálogo entre a Igreja e o mundo

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Reitor do Seminário abriu as jornadas com a apresentação do terceiro número da revista cientifica do Seminário Fórum Teológico XXI

As IV Jornadas de Teologia sobre o Ateísmo e a fé, promovidas pelo Seminário Episcopal de Angra, nos próximos três dias, desenvolvem-se pela primeira vez em ambiente digital e na primeira noite problematizou-se o lugar da Teologia e o seu papel no espaço de fronteira entre a fé e o ateísmo, sobretudo numa sociedade marcada pela indiferença a Deus.

Juan Ambrósio, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, foi o primeiro orador convidado destas jornadas com uma conferência intitulada “O ensino da teologia- Na fronteira do diálogo entre linguagens”.

O teólogo destacou que o grande desafio da Teologia hoje passa pela capacidade de ser e propor um “exercício permanente de diálogo entre vários saberes” e vários mundos

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Jornadas de Teologia do Seminário de Angra em formato digital

Jornadas de Teologia do Seminário de Angra em formato digital

Três dias para ensaiar um átrio dos gentios num diálogo entre a fé e o ateísmo

As IV Jornadas de Teologia do Seminário de Angra vão realizar-se de 17 a 19 de março através da plataforma zoom e terão como tema “O Átrio dos gentios-  Ateísmo e fé: diálogo e procura”.

As jornadas, que no ano passado foram adiadas por causa da pandemia, realizam-se este ano no ambiente digital proporcionando uma discussão aberta a toda a comunidade que terá como conferencistas Juan Ambrósio, professor da Universidade Católica Portuguesa, o padre Jesuíta António Vaz Pinto e o cientista Carlos Fiolhais, nos dias 17,18 e 19, respetivamente.

“Vamos retomar o programa que era do ano passado e agora, que estamos mais habituados a esta interação no online, retomamos o que estava definido que era discutir a relação entre o ateísmo e a fé, dialogando e procurando a relação entre estas questões que são essenciais para a nossa vivência”, refere o reitor

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