O bispo de Angra foi nomeado esta terça-feira pelo Papa bispo de Viana do Castelo

O bispo de Angra foi nomeado esta terça-feira pelo Papa bispo de Viana do Castelo

O bispo de Angra parte para Viana do Castelo com sentido de “gratidão” e “enriquecido pela experiência pastoral dos últimos seis anos na diocese insular, cinco dos quais como bispo residencial.

“Marcou-me o contacto com as suas gentes, com a sua cultura, com a sua religiosidade, com o seu empreendorismo, com os seus projectos, mas também com as suas dificuldades. Parto muito mais enriquecido humana, cultural, pastoral e espiritualmente e em experiência de vida cristã” afirma D. João Lavrador numa mensagem dirigida a todos os diocesanos, no dia em que se conheceu a sua nomeação para a diocese de Viana do Castelo, onde ocupará o lugar de bispo titular depois da morte de D. Anacleto Oliveira, em setembro do ano passado.

“Sou chamado a partir em direcção a uma Igreja irmã, a comunidade diocesana de Viana do Castelo, da qual o Senhor Jesus me chama, à imagem do Bom Pastor, para aí servir pastoralmente o Povo de Deus que Ele tanto ama” afirma o prelado. [continuar a ler]

O Seminário como comunidade educativa em caminhada está atento á realidade do mundo e tem um contributo insubstituível para a sociedade. Desde logo na formação integral dos seus alunos e na escuta dos sinais dos tempos para responder de modo adequado aos anseios da humanidade de hoje.

 

Faço o apelo a todos os diocesanos para que manifestem o interesse pelo Seminário Maior, apreciem e valorizem o esforço educativo que aí se está a realizar, se empenhem na dinamização vocacional que passará pelas famílias e pelas comunidades cristãs, rendam graças a Deus que na Sua misericórdia nos oferece a alegria de um Seminário dinâmico cuja comunidade se manifesta alegre e feliz e contribuam generosamente para as grandes despesas que acarreta a sua vida”.

D. João Lavrador

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

31 de Outubro a 7 de Novembro 2021

“Para estarem com Ele e para os enviar a proclamar” Mc 3, 14

Notícias

A Santa da cela ao lado

A Santa da cela ao lado

Em 1897 Teresa do Menino Jesus (ou Teresinha), ao expirar no seu leito de morte, prometeu que Deus haveria de lhe conceder todas as vontades no Céu, porque as não tinha realizado na Terra. Como tal, e porque Teresa aspirava ao Amor e ao Bem, a «passar o Céu, a fazer o bem sobre a Terra», a sua intercessão só poderia completar-se, quando alcançasse a presença de Deus, Aquele que lhe concederia todos os favores. Estes viriam até à Terra, até nós, até aos mortais, como pétalas de rosas, assim a religiosa prometera: «Depois da minha morte, farei cair do Céu uma chuva de rosas».

Dado que as manifestações da Graça divina, intermediada pelos seus Santos, não são sempre espetáculos ou teofanias, poderia a fé na intercessão de Teresa vacilar, como com tantos outros Santos que não fizeram milagres extravagantes. Todavia, Deus agiu, age, e agirá continuamente na nossa história. As rosas de Teresa são auxílios, curas, mudanças de vida, tudo aquilo que lhe pedimos com esperança de receber, como graças, no tempo oportuno, no Tempo de Deus. O Tempo de Deus não é o tempo dos Homens. Curiosamente o primeiro milagre de Teresa do Menino Jesus, em 1906, foi [continuar a ler]

Reitor do Seminário quer que os novos sacerdotes sejam “tecedores de Fraternidade”

Reitor do Seminário quer que os novos sacerdotes sejam “tecedores de Fraternidade”

A ordenação presbiteral dos três diáconos António Santos, João Silva e Jorge Sousa é mais uma “ocasião de graça e de esperança” para a Igreja Diocesana e espera-se que eles sejam “tecedores de fraternidade” estando disponíveis para a missão refere o reitor do Seminário Episcopal num artigo de opinião publicado aqui no Sítio Igreja Açores.

“Precisa-se que os novos padres sejam tecedores de fraternidade, dentro e fora da Igreja. Os jovens sacerdotes não podem crescer com divisões, contendas e críticas mordazes, mas no acolhimento, compreensão e perdão dos irmãos mais velhos, aceitando a correção fraterna. Claro que hão-de falhar. A Igreja não é de perfeitos, mas de pecadores em caminho, sonhadores e anunciadores do Evangelho”, afirma o responsável pela formação dos novos sacerdotes na diocese de Angra, padre Hélder Miranda Alexandre

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“Serei um padre de porta aberta”, afirma Jorge Sousa

“Serei um padre de porta aberta”, afirma Jorge Sousa

Diácono de 38 anos vai ser ordenado sacerdote no próximo dia 27 de junho

Ser padre fazia parte dos seus planos desde criança, mas a vida e o Espírito Santo, pareciam com jugados para o afastar do Seminário. Até 14 de setembro de 2014, altura em que decidiu “arriscar” refere o diácono Jorge Sousa, natural de Ponta Graça, em Vila Franca do Campo, mesmo contra a vontade da mãe que quando confrontada com o “seu empenho” nas coisas da Igreja chegou a dizer-lhe que “vivia entre as saias das freiras”. Aliás, recorda, com o coração apertado o dia em que disse à mãe que iria para o Seminário. “Foram dias difíceis porque ela só falava comigo o essencial” e quando o reitor do Seminário visitou a comunidade de Ponta Graça, por ocasião da festa local, em honra de Nossa Senhora da Piedade a felicitou pela alegria que seria ter um filho a estudar para padre ela lhe respondeu de forma seca “que estava a fazer a sua vida”.

“Muitas vezes me fiz, e ainda faço, a pergunta com frequência: Senhor o que queres de mim; Senhor o que queres que eu faça. É uma pergunta recorrente que faço sobretudo nos

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PRÉ-SEMINÁRIO