Um vez que o “discípulo sacerdote” sai da comunidade cristã e a essa retorna, para servi-la e guiá-la como pastor, a formação caracteriza-se naturalmente como missionária, uma vez que tem como meta a participação na única missão confiada por Cristo à Sua Igreja, isto é, a evangelização em todas as suas formas.

A ideia de fundo é que os Seminários possam formar discípulos missionários “enamorados” do Mestre, pastores “com o cheiro das ovelhas” que vivam no meio delas para servi-las e conduzi-las à misericórdia de Deus, Por isso, é necessário que cada sacerdote se sinta sempre um “discípulo a caminho”, carente constantemente de uma formação integral, compreendida como contínua configuração a Cristo.

RFIS, 3 [continuar a ler]

O Seminário como comunidade educativa em caminhada está atento á realidade do mundo e tem um contributo insubstituível para a sociedade. Desde logo na formação integral dos seus alunos e na escuta dos sinais dos tempos para responder de modo adequado aos anseios da humanidade de hoje.

 

Faço o apelo a todos os diocesanos para que manifestem o interesse pelo Seminário Maior, apreciem e valorizem o esforço educativo que aí se está a realizar, se empenhem na dinamização vocacional que passará pelas famílias e pelas comunidades cristãs, rendam graças a Deus que na Sua misericórdia nos oferece a alegria de um Seminário dinâmico cuja comunidade se manifesta alegre e feliz e contribuam generosamente para as grandes despesas que acarreta a sua vida”.

D. João Lavrador

Notícias

Natal de Cristo?

Natal de Cristo?

Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor.” (Lc 2, 10-11)

Estamos numa época muito especial para todas as famílias e dizemos muitas vezes que o Natal é a festa da família e, de facto, também é. Mas é muito mais que isso.

Não é só enfeites, presentes, jantares, luzes… Natal é nascimento, vida. É o dia em que nasce a Salvação para todos os povos. Aquele que nasce numas palhas é O mesmo que vai estender os seus braços no madeiro da Cruz. Natal é muito mais que fazer uma doação a alguém necessitado, é mais que trocar presentes, ato já tão ritualista nesta época. Não será um Natal analgésico? Uma vez no ano ajudar quem pede ajuda? Juntar a família para lautos banquestes? E o resto do ano, o que fazemos? De que vale fazer isso tudo se nos esquecemos de olhar para a verdadeira essência do Natal? Estamos mais preocupados com o “pijama” que vamos oferecer e não nos precupamos com o nosso coração – o prepararmo-nos para receber este Cristo [continuar a ler]

Bispo pede a seminaristas para serem servidores da Palavra de Cristo

Bispo pede a seminaristas para serem servidores da Palavra de Cristo

D.João Lavrador presidiu à instituição de três leitores do Seminário de Angra, numa missa de acção de graças pelos seis anos do seu ministério episcopal como 39º bispo de Angra

A diocese de Angra viveu esta tarde uma festa com um duplo significado: em dia da solenidade de Todos os Santos foram instituídos no ministério de leitor três seminaristas, alunos do quinto ano do Seminário Episcopal e a diocese despediu-se do bispo de Angra, numa missa de acção de graças, na Sé de Angra, na qual participaram além de vários sacerdotes os mais altos representantes da sociedade civil, nomeadamente o Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro e o Representante da República para os Açores, embaixador Pedro Catarino.

Na homilia  D. João Lavrador desafiou os novos leitores instituídos a serem servidores da Palavra e a deixar-se guiar por ela.

“Caríssimos jovens que hoje ireis receber o serviço de Leitores: meditar na Palavra de Deus, deixar-se converter por ela e proclamá-la com a palavra e com os gestos e testemunho oferece os alicerces sólidos da santidade, edifica a comunidade cristã e alerta o mundo para o sentido mais pleno da existência humana” disse D. João Lavrador na homilia da

[continuar a ler]
A Santa da cela ao lado

A Santa da cela ao lado

Em 1897 Teresa do Menino Jesus (ou Teresinha), ao expirar no seu leito de morte, prometeu que Deus haveria de lhe conceder todas as vontades no Céu, porque as não tinha realizado na Terra. Como tal, e porque Teresa aspirava ao Amor e ao Bem, a «passar o Céu, a fazer o bem sobre a Terra», a sua intercessão só poderia completar-se, quando alcançasse a presença de Deus, Aquele que lhe concederia todos os favores. Estes viriam até à Terra, até nós, até aos mortais, como pétalas de rosas, assim a religiosa prometera: «Depois da minha morte, farei cair do Céu uma chuva de rosas».

Dado que as manifestações da Graça divina, intermediada pelos seus Santos, não são sempre espetáculos ou teofanias, poderia a fé na intercessão de Teresa vacilar, como com tantos outros Santos que não fizeram milagres extravagantes. Todavia, Deus agiu, age, e agirá continuamente na nossa história. As rosas de Teresa são auxílios, curas, mudanças de vida, tudo aquilo que lhe pedimos com esperança de receber, como graças, no tempo oportuno, no Tempo de Deus. O Tempo de Deus não é o tempo dos Homens. Curiosamente o primeiro milagre de Teresa do Menino Jesus, em 1906, foi [continuar a ler]

SEMANA DOS SEMINÁRIOS

31 de Outubro a 7 de Novembro 2021

“Para estarem com Ele e para os enviar a proclamar” Mc 3, 14

PRÉ-SEMINÁRIO