Festa de São Tomás de Aquino

Festa de São Tomás de Aquino

Doutor da Igreja e um dos teólogos mais proeminentes é o patrono da Academia formada por Seminaristas no Seminário Episcopal de Angra

A Academia de São Tomás de Aquino comemorou mais uma vez a festa em honra do seu padroeiro, no dia 28 de janeiro. Dadas as circunstâncias  pandémicas, e para que pudesse ser aberta ao público, a missa da festa foi celebrada na Igreja da Misericórdia em Angra e presidida pelo padre Jorge Ferreira, novo prefeito de estudos do Seminário.

A festa foi precedida de um tríduo preparatório reservado aos seminaristas. Após a missa, houve um jantar também reservado à comunidade do Seminário.

“Foi deste modo concretizado um dos objetivos da Academia, a promoção do culto litúrgico em honra de São Tomás de Aquino” refere uma nota enviada ao Igreja Açores.

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Contracorrente

Contracorrente

“Portanto, ainda que, na Igreja, nem todos sigam pelo mesmo caminho, todos são, contudo, chamados à santidade, e a todos coube a mesma fé pela justiça de Deus.”

Lumen Gentium 32

Esta declaração solene do Concílio Vaticano II é o reflexo do que é o ensino da Igreja a respeito da santidade desde os primórdios; exemplo disso é o calendário litúrgico dos últimos dias. Nesta última semana, fizemos memória de diversas figuras, modelos de autêntica vivência do Evangelho, nos mais diversos quadrantes da vida no mundo, da diversidade de ministérios a que todos os batizados são chamados e das mais diferentes latitudes onde estes homens e mulheres deram o seu testemunho. [continuar a ler]

Ecclesia semper reformanda

Ecclesia semper reformanda

Sem crítica, a Igreja instala-se, acomoda-se. Perde o sentido do seu peregrinar pelos tempos e gerações e lugares. Aí duma Igreja instalada, sem vida, sem procura, segura, contente…. É necessário todos os dias arrepender-se, converter-se. Com coragem. Com humildade. É necessário ser humilde e corajoso para criticar a Igreja.

         Criticar a Igreja é criticar a Mãe, é criticarmos a nós próprios.

         Igreja, Minha Mãe! Eu Creio.

(Pe. António Rogério Gomes, O Dever, 4/3/1988)

Foi em 1988, que o ilustre padre António Rogério Gomes escreveu este parágrafo num artigo de jornal, e, sendo tão atual, tão urgente e tão necessário, deveria ser um texto sabido de cor, de coração, pela Igreja e por cada cristão que a compõe. [continuar a ler]