LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL – Nota explicativa

LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL – Nota explicativa

NOTA EXPLICATIVA DO LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL

“A beleza de caminharmos juntos em Cristo” 

 

Num tempo em que tudo parece relativo e em que muitos se consideram detentores da verdade, faz todo o sentido a interpelação que nos fazem com a caminhada sinodal da Diocese de Angra, subordinada ao tema “A Beleza de caminharmos JUNTOS em Cristo”.

O nosso meio (mesmo o eclesial) carateriza-se muitas vezes pelo individualismo, fruto da excessiva consideração do ego como autossuficiência, ou seja, da convicção de que não precisa dos outros. [continuar a ler]

“…do teu Valentim!”

“…do teu Valentim!”

“…do teu valentim!”

O mês de fevereiro é, particularmente, um mês frio e meteriologicamente inseguro: ora está sol e saímos sem guarda-chuva, ora somos apanhados por uma repentina chuvada.

Após uma temporada de longos dias de escuro, é o mês onde se nota já uma diferença nos dias, como diz o nosso sábio povo “Janeiro fora, cresce uma hora”.

É um mês de espectativas e de fazer planos para o resto do ano, marcar férias, começar a organizar uma viagem… Mas também é o mês em que os agricultores começam a preparar as terras para serem semeadas. Fevereiro é, sem dúvida, um mês de preparações. [continuar a ler]

Afinal? Maria é Virgem ou não?

Afinal? Maria é Virgem ou não?

O Homem sempre se debruçou sobre diversas problemáticas. Talvez umas mais sérias que outras. Porém, há uma questão na Igreja que é tão debatida, que até parece um desequilíbrio afetivo: a virgindade de Maria. É daquelas coisas que muitos vivem obcecados, como quase se o cristianismo orbitasse não em volta de Jesus mas em volta do virginal hímen (ou não) da Mãe de Cristo.

Claro que não quero aqui parecer um apologeta doutrinal à moda antiga, mas apenas quero trazer um conjunto de reflexões e provocar outras questões em si, caro leitor, fruto da minha experiência pessoal em estudos e conversas…

Nos nossos dias, quando tocamos no tema da virgindade de Maria, surge-nos três posições: [continuar a ler]

Um barco à deriva

Um barco à deriva

Toda a nossa história é moldada e conduzida por Deus. No entanto, podemos perguntar-nos se sabemos navegar em direção a Ele. Neste sentido, podemos utilizar a imagem de um barco, que é construído por Deus, para que cada um de nós consiga chegar e encontrar-se com Ele.

O Homem, enquanto servo e anunciador da mensagem de Deus, é livre em escolher o caminho que quer seguir, embora escolhamos, muitas vezes, um caminho facilitado e alicerçado pelo comodismo e autossuficiência. [continuar a ler]

A MINHA SEMANA

A MINHA SEMANA

Normalmente, em cada duc in altum, somos convidados a falar de um tema que nos seja próximo, que nos tenha cativado, algo que para nós faça sentido e transmita, muitas vezes, o que sentimos.

Sorte (ou azar), o meu duc in altum surge numa semana cheia de alegrias, entusiasmos, novidades. Numa semana que foi de confronto mas também foi de entrega. Numa semana em que o sim foi mais forte e mais evidente. Na semana em que fui ordenado diácono. E é um pouco desta semana que quero partilhar. [continuar a ler]

O amor tudo vence

O amor tudo vence

O mundo é maravilhoso, cheio de coisas agradáveis e de pessoas fantásticas. Mas, por vezes, a vida pode ser um autêntico cenário de guerra, onde a luta parece ser a única hipótese de salvação. As dificuldades são tantas que parece impossível que as consigamos superar. As crianças pintam o céu de azul, contrastando com um radioso sol amarelo: é assim que elas olham a realidade que as circunda. E ainda bem! É esta alegria, a das crianças, que devemos carregar nos ombros sob a forma de cruz. O Evangelho não é, senão isso: a alegria do amor, que tudo vence! [continuar a ler]