Um Menino nos foi dado!

Um Menino nos foi dado!

Desejamos um Santo e Feliz Natal do Senhor a todos os seminaristas, formadores, professores, funcionários, amigos e benfeitores do Seminário, assim como todas as vossas famílias!

Que o Deus feito Menino cumule de bênçãos as nossas vidas. [continuar a ler]

Juventude, formação e reorganização territorial da diocese marcam ano de 2018 na diocese de Angra

Juventude, formação e reorganização territorial da diocese marcam ano de 2018 na diocese de Angra

Bispo realizou visitas pastorais a quatro ilhas

O ano que agora termina foi marcado pelas decisões do Conselho Presbiteral e ratificadas depois pelo Conselho Pastoral Diocesano sobre a necessidade de formação do Povo de Deus na diocese de Angra, partilhando-a entre leigos e presbíteros. A criação da Escola de Formação Cristã de Ouvidoria e a reativação do Instituto Católico de Cultura, no ano em que cumpre o 25º aniversário, foram neste contexto os dois principais instrumentos definidos ao nível diocesano para implementar esta formação, verificando-se já muitas iniciativas em praticamente todas as ouvidorias ao nível da formação. Recorde-se que para isto contribuiu a ação da recém criada Vigararia Episcopal da Formação que criou uma série de subsídios pastorais seja para leigos, centrados na constituição conciliar Lumen Gentium seja para o clero, desenhados a partir da nova Ratio Fundamentallis, que foram distribuídos pelas 16 ouvidorias e que servem agora para debates, conferências, assembleias de leigos ou simples encontros formativos.

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A NOSSA (IN)PREPARAÇÃO DE GERAR

A NOSSA (IN)PREPARAÇÃO DE GERAR

«Fiz de mim o que não soube»

É talvez um inusitado e arriscado começo para tentar falar sobre vocação e natividade. Expostas estas duas premissas que nos parecem tão absortamente equidistantes por relação à citação roubada a Álvaro de Campos na Tabacaria de Pessoa, parece-me feliz, se partindo dela pudermos falar do humano exemplo de Maria perante tão sublime epifania, anúncio, que nos faz exaltar nesta época do ano.
A vocação seja talvez a capacidade de acolhermos na nossa totalidade aquilo não sabemos. Uma forma de recriação passiva, quanto ativa. Não é algo imposto ou que nos caia em cima como um fado. Seja talvez sugestão de uma fania que quer alterar o percurso quotidiano dos nossos dias, da nossa vida, como aconteceu com Maria de quem Jesus haveria de ser dado à luz do nosso olhar, da nossa fé, da nossa contemplação. [continuar a ler]