Nomeações também para o Seminário

Nomeações também para o Seminário

O decreto episcopal com as nomeações de presbíteros para o ano pastoral 2020/2021 acaba de ser publicado e, de entre as novidades, está a colocação de nove novos sacerdotes: seis que irão ser ordenados em setembro e três que regressam depois de completarem estudos em Roma. Para lá seguem agora dois novos sacerdotes, que deixam paróquias da Terceira, a ilha que regista a maior mudança de padres.

“Estamos num tempo novo para a nossa Igreja Diocesana”, refere o prelado. “Em cada ano, somos convidados a responder às necessidades pastorais da diocese, nas suas diversas comunidades cristãs e demais serviços diocesanos” esclarece D. João Lavrador.

“Este facto exige a mobilidade de alguns sacerdotes que por exigência da sua configuração a Jesus Cristo e na missão de servir o Povo de Deus se dispõem a deixar as tarefas pastorais a que se ocupavam partindo para novos desafios na evangelização das comunidades cristãs”, avança ainda.

“A todos deixo o meu reconhecimento e a minha gratidão pela resposta generosa e pronta à interpelação que

[continuar a ler]
Futuros sacerdotes vão passar a ser acompanhados durante os primeiros dois anos de ordenação

Futuros sacerdotes vão passar a ser acompanhados durante os primeiros dois anos de ordenação

Bispo de Angra quer jovens padres a frequentar formação continua obrigatória no Seminário nos dois anos subsequentes à sua ordenação. Obrigatoriedade formativa começa já no próximo ano letivo.

O Seminário Episcopal de Angra vai passar a organizar uma semana de formação académica, por trimestre lectivo, que incluirá um aprofundamento teológico, eclesiológico, litúrgico e pastoral, bem como acompanhamento espiritual, dirigido aos sacerdotes recém ordenados e  que decorrerá nos dois anos imediatamente a seguir à sua ordenação presbiteral. A decisão foi promulgada esta quarta-feira, dia 15,  por um decreto episcopal do bispo de Angra.

“Atendendo às disposições que a Nova Ratio Fundamentalis apresenta para o acompanhamento dos presbíteros recém ordenados” e às “incessantes interpelações” dos documentos do Magistério da Igreja sobre as responsabilidades dos seminários no acompanhamentos dos neo-sacerdotes, nos primeiros anos do seu “múnus pastoral”, justifica D. João Lavrador, “Ficam obrigados a esta formação permanente os presbíteros ordenados nos dois primeiros anos a contar da data da sua ordenação”

[continuar a ler]