“Vinde, ó santo Espírito, (…) ”

“Vinde, ó santo Espírito, (…) ”

“Vinde, ó santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na terra
vossa luz fulgente.”

Esta estrofe deu início à sequência lida após a leitura II de domingo passado, onde celebrámos a solenidade do Pentecostes. Em todo o poema, podemos observar o pedido eminente para que este Espírito desça à terra e entre em nossos corações com o propósito de Deus vir em nosso auxílio e de Cristo estar sempre connosco como tinha prometido. Na minha freguesia, tínhamos por costume cantar este poema durante a coroação, o que tornava o momento bastante comovente. É por isso que todos os anos sinto uma nostalgia dos meus tempos de infância em que, ao chegar da escola, íamos a correr para o Império para ouvir rezar o terço e já sabíamos que a seguir a brincadeira entre amigos era certa. [continuar a ler]