RECORDAR, FAZER ARDER, CONSCIENCIALIZAR

RECORDAR, FAZER ARDER, CONSCIENCIALIZAR

NÃO NOS ARDIA O CORAÇÃO QUANDO ELE NOS FALTAVA?

Esta talvez foi a maior tensão da sociedade contemporânea, após conflitos passados, que perduraram até à década de noventa. O supremo ser humano, o invencível, o autossuficiente, o absoluto, o incondicional, foi expugnado por um vírus, uma designação que a própria ciência tem dificuldades em catalogar, uma vez que não chega sequer a ser “vivo”; o homem viu-se derrotado por uma “partícula patogénica” e caiu, com ele, a sua hegemonia. [continuar a ler]