Chefias

Fábio Carvalho (chefe do agrupamento)

Jacob Vasconcelos (chefe adjunto)

Pedro Lima (chefe de clã)

 

Grupo completa 61 anos a 8 de dezembro, dia em que começa o Ano Santo da Misericórdia

 

O Agrupamento 114 do CNE, com sede no Seminário Episcopal de Angra, inicia este sábado, dia 24, o seu ano escutista na zona de lazer dos Viveiros, na zona oeste da ilha Terceira.

De acordo com uma nota enviada ao Sítio Igreja Açores, esta atividade tem como objetivo promover um PPV- Projeto Pessoal de Vida, que “é um convite a parar e a fazer uma análise cuidada de tudo aquilo que constitui a vida de um escuteiro: a família, os amigos, a escola, o emprego, Deus, o namoro, a relação consigo próprio e com os outros”, como refere o sitio da internet do CNE.

“O PPV é sobretudo uma ferramenta, para ajudar a definir o caminho para a Felicidade – numa aproximação diária ao ideal do Homem- Novo”, refere ainda.

Durante esta atividade de ar livre, como é habitual nos escuteiros, que privilegiam sempre o contacto com a natureza, haverá o juramento de promessa de dirigente do seminarista Fábio Carvalho, que assim se junta na chefia do grupo a outro seminarista, Pedro Lima que é o Chefe do agrupamento, bem como a Jacob Vasconcelos, outro seminarista, do 6º e 5º anos respetivamente.

No dia 6 de novembro o agrupamento promove um fogo de conselho por ser o dia do patrono – S. Nuno de Santa Maria.

A 8 de dezembro, dia em que arranca o Ano Santo da Misericórdia, o Agrupamento comemora o 61.º aniversário da sua fundação e os escuteiros participarão animarão a Eucaristia das 8h00 da manhã, no Santuário da Conceição enessa altura haverá uma mudança de chefia que passará para o Seminarista Fábio Carvalho, em virtude do atual chefe, Pedro Lima, ser Ordenado Diácono em janeiro.

O agrupamento 114 foi fundado em 1954, no mês anterior ao surgimento da Conferência Vicentina, pelo então seminarista Weber Machado Pereira e pelo Padre José Enes, já falecido.

Este agrupamento tem a particularidade de ´so ter Caminheiros e chefes devido à idade com que os jovens chegam ao Seminário. Atualmente dos 15 alunos, 13 são escuteiros, divididos em chefia, tribo Madre Teresa e tribo João XXIII.

Recorde-se que durante o ano passado o Agrupamento desenvolveu uma série de atividades no âmbito das comemorações dos 60 anos, sublinhando uma aposta na “formação da integralidade do escuteiro na senda da construção do Homem Novo: Caminho, Comunidade, Serviço e Partida”, como disse na altura ao Sítio Igreja Açores o chefe Pedro Lima.

Por isso, a própria insignia criada para assinalar esta efeméride foi uma cruz,  “que alude à identidade do ser cristão” e a tenda, resultando “num conjunto simbólico escutista que nos remete para um discipulado missionário, ao jeito do Papa Francisco”, sublinhou o dirigente.

(Com Nuno Pacheco de Sousa)

 

60 anos do Agrupamento 114

Seminaristas escuteiros assinalam 60 anos do Agrupamento 114

 

Iniciativas decorrem durante este mês de março com abertura a todas as secções do CNE da ilha Terceira

 

A projecção do Agrupamento 114 do CNE, com sede no Seminário Episcopal de Angra, é um dos objetivos centrais no programa de comemorações do sexagésimo aniversário que está a ser assinalado desde dezembro do ano passado e que terá o seu momento alto com a realização de uma série de atividades durante o mês de março, a partir já do próximo sábado.

O lema escolhido para a comemoração dos 60 anos aponta para a aposta na “formação da integralidade do escuteiro na senda da construção do Homem Novo: Caminho, Comunidade, Serviço e Partida”, informa uma nota enviada pelo Chefe do Agrupamento 114, Pedro Lima, ao Sítio Igreja Açores.

A partir deste mote foi elaborada uma insígnia para a posterior recordação nos anais da história do 114. “A cruz alude à identidade do ser cristão e a tenda a um conjunto simbólico escutista que nos remete para um discipulado missionário, ao jeito do Papa Francisco”, sublinha a nota.

“O  pretendido neste presente mês é uma projecção do agrupamento no âmbito do Núcleo Terceira, numa série de actividades que abrange todas as secções do CNE”.

A primeira delas realiza-se no sábado,  dia 7 ,  e destina-se a todas as secções de Lobitos e Exploradores . No sábado seguinte, dia14 é a vez  das secções de Pioneiros e Caminheiros, entrarem em ação.

Para estes dois sábados estão previstas “actividades e gincanas elaboradas pelas tribos do agrupamento do seminário, almoço partilhado entre os participantes e um momento de oração, pois não se pode descurar o carácter católico do CNE”, sublinha a nota.

O ponto alto destas comemorações é a celebração da  Eucaristia no dia 22 , pelas 15h00, na capela de Nossa Senhora da Natividade, Mãe do Escuta.

O assistente, Pe Júlio Rocha, imporá cinco lenços de caminheiro e 2 de dirigente aos escuteiros que farão a sua promessa.

No próprio dia, o desfile que antecede a celebração eucarística parte da Praça Velha pelas 14h45. Após a Missa, haverá um lanche e confraternização entre todos os escuteiros.

No passado dia 6 de Dezembro, em vésperas de aniversário da fundação do agrupamento (8 de dezembro de1954), foi dado o pontapé de saída para o ano jubilar escutista, numa iniciativa somente para o agrupamento. O dia foi preenchido com um testemunho, na primeira pessoa, de um dirigente do agrupamento 630 – Santa Bárbara, chefe Patrício Vieira, seguido de uma partilha por alguns membros presentes.

O Agrupamento 114 foi fundado em 1954, no mês anterior ao surgimento da Conferência Vicentina, pelo então seminarista Weber Machado Pereira e pelo padre José Enes, já falecido. Realça-se a importância do movimento escuta na formação sacerdotal quer no fomento do espírito de equipa e de comunhão, quer na preparação de futuros assistentes. Actualmente, 15 seminaristas compõem o corpo do Agrupamento, dividido em chefia, tribo Madre Teresa e tribo João XXIII.

 

Agrupamento 114 CNE

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A continuidade

O novo ano escutista já iniciou para o Agrupamento 114 – Seminário. Todavia, apesar de ser novo o ano escutista, a linha escolhida para este vem na continuidade do ano transacto que foi a de implementar as novas metodologias e o novo sistema de progresso em vigor no Corpo Nacional de Escutas.

Mas como já é praxe caseira, um novo ano implica sempre mudanças e estas podem ser verificadas a nível da direcção do agrupamento. Primeiramente a direcção conta este ano com o chefe Pedro Lima, que ficou responsável pela reciclagem feita no Seminário Episcopal de Angra e por ajudar o dirigente Nuno Fidalgo nos assuntos que dizem respeito ao clã 25. Depois temos que sem demoras agradecer com um grande B-R-A-V-O, aos 3 elementos que deixaram o agrupamento. Falo claro dos chefes Carlos Espirito Santo, Miguel Tavares e João Ponte que hoje são exemplos concretos do grande e importante objectivo do A-114 (formar assistentes). Por fim não posso deixar de agradecer ao assistente Hélder Alexandre pelo seu tempo, força e dedicação ao agrupamento e ao C.N.E. em geral.

Assim sendo a equipa de animação para este ano 2013/2014 fica composta pelo chefe Gaspar Pimentel, que mantêm as suas funções de chefe de Agrupamento, pelo chefe Nuno Fidalgo, que além das funções que já tinha ainda acumula a de ser chefe-adjunto de Agrupamento, pelo dirigente Pedro Lima e pelo assistente José Júlio Rocha.

Também contamos com novas entradas de elementos para o clã que foram em número de 5 e contamos com a colaboração do pioneiro Sandro Costa do A-1033 Furnas no clã 25 – Bento de Gois.

Por outras palavras, temos dado continuidade ao nosso percurso através das actividades já realizadas e por meio das que se irão realizar: formar caminheiros, isto é, formar homens úteis à sociedade tendo por base o homem-novo; e formar assistentes tendo por base Jesus Cristo, o grande assistente.

Por fim e quiçá a maior de todas, a maior das continuidades, dá-se ao nível do Agrupamento em si. Porque no mês de Novembro o Seminário Episcopal de Angra encerra as comemorações do seu 150º aniversário. Com isto dá-se início às comemorações do 60º aniversário do agrupamento 114 – Seminário, onde vamos continuar a dar parabéns não só ao agrupamento mas também ao Seminário, que muitos assistentes tem dado à região Açores e às terras de além-mar.

O chefe de agrupamento
Gaspar Moniz Pimentel

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