1560 – Constituições sinodais do bispado de Angra dão orientações quanto às Ordens Menores e às Ordens Sacras, no que se refere aos conhecimentos, bons costumes, idade limitada e “se tem aspeto e descrição de homens para receber a dignidade sacerdotal”;
1563/Julho/15- Institucionalização dos Seminários por parte do Concílio de Trento;
1783-1799 – D. Frei José da Avemaria, bispo de Angra, exigia que “sem a competente certidão de
frequência, aproveitamento e capacidade dos pretendentes, não podiam ser admitidos à
Ordens, neste bispado…”;
1787- Com a expulsão dos jesuítas e sentida a falta de formação para leigos e futuros sacerdotes,
o Capitão General Dinis Gregório e o prelado D. Frei José da Avemaria diligenciaram, sem
sucesso, para que o Seminário funcionasse no edifício do Colégio dos Jesuítas;
1802-1812 – D. José Pegado, bispo de Angra, determinou em testamento “que a sua livraria ficasse ao seu Sucessor, até que em Angra houvesse Seminário Episcopal, de que tanto se necessitava”;
1818/Julho/26- Instrução Pastoral do Cónego. Dr. João José da Cunha Ferraz, governador da
Diocese de Angra, após a morte de D. frei da Sagrada Família sobre os estudos que deviam
fazer os pretendentes à vida sacerdotal como governador da Diocese, após a morte [continuar a ler]