VI Jornadas de Teologia debatem ateísmo e fé a partir do modelo do Átrio dos Gentios

VI Jornadas de Teologia debatem ateísmo e fé a partir do modelo do Átrio dos Gentios

As IV Jornadas de Teologia, promovidas pelo Seminário de Angra, vão realizar-se entre 25 e 27 de março e, a partir do modelo do Átrio dos Gentios, debaterão o “Ateísmo e Fé: Diálogo e Procura”, informa uma nota enviada ao Igreja Açores.

Durante três dias, sempre a partir das 20h30, com entrada livre, o Seminário Episcopal de Angra volta a abrir as portas à sociedade para com ela debater e trilhar caminhos de aprofundamento da fé, no contexto do mundo atual.

“Será que o risco de um diálogo verdadeiro permite soletrar novamente Deus a partir de uma fé amadurecida?” interpela o Pe. Hélder Miranda Alexandre numa nota enviada ao Sítio Igreja Açores.

“A pergunta pelo ateísmo e pelas razões da fé cristã, pela descrença ou pela indiferença, deve recuperar a sua seriedade” avança a nota do reitor,  que deixa outra interpelação: “Que acontece se a descrença, com aparente naturalidade, determina a vida?”

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LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL – Nota explicativa

LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL – Nota explicativa

NOTA EXPLICATIVA DO LOGÓTIPO DA CAMINHADA SINODAL

“A beleza de caminharmos juntos em Cristo” 

 

Num tempo em que tudo parece relativo e em que muitos se consideram detentores da verdade, faz todo o sentido a interpelação que nos fazem com a caminhada sinodal da Diocese de Angra, subordinada ao tema “A Beleza de caminharmos JUNTOS em Cristo”.

O nosso meio (mesmo o eclesial) carateriza-se muitas vezes pelo individualismo, fruto da excessiva consideração do ego como autossuficiência, ou seja, da convicção de que não precisa dos outros. [continuar a ler]

“…do teu Valentim!”

“…do teu Valentim!”

“…do teu valentim!”

O mês de fevereiro é, particularmente, um mês frio e meteriologicamente inseguro: ora está sol e saímos sem guarda-chuva, ora somos apanhados por uma repentina chuvada.

Após uma temporada de longos dias de escuro, é o mês onde se nota já uma diferença nos dias, como diz o nosso sábio povo “Janeiro fora, cresce uma hora”.

É um mês de espectativas e de fazer planos para o resto do ano, marcar férias, começar a organizar uma viagem… Mas também é o mês em que os agricultores começam a preparar as terras para serem semeadas. Fevereiro é, sem dúvida, um mês de preparações. [continuar a ler]

Afinal? Maria é Virgem ou não?

Afinal? Maria é Virgem ou não?

O Homem sempre se debruçou sobre diversas problemáticas. Talvez umas mais sérias que outras. Porém, há uma questão na Igreja que é tão debatida, que até parece um desequilíbrio afetivo: a virgindade de Maria. É daquelas coisas que muitos vivem obcecados, como quase se o cristianismo orbitasse não em volta de Jesus mas em volta do virginal hímen (ou não) da Mãe de Cristo.

Claro que não quero aqui parecer um apologeta doutrinal à moda antiga, mas apenas quero trazer um conjunto de reflexões e provocar outras questões em si, caro leitor, fruto da minha experiência pessoal em estudos e conversas…

Nos nossos dias, quando tocamos no tema da virgindade de Maria, surge-nos três posições: [continuar a ler]

Um barco à deriva

Um barco à deriva

Toda a nossa história é moldada e conduzida por Deus. No entanto, podemos perguntar-nos se sabemos navegar em direção a Ele. Neste sentido, podemos utilizar a imagem de um barco, que é construído por Deus, para que cada um de nós consiga chegar e encontrar-se com Ele.

O Homem, enquanto servo e anunciador da mensagem de Deus, é livre em escolher o caminho que quer seguir, embora escolhamos, muitas vezes, um caminho facilitado e alicerçado pelo comodismo e autossuficiência. [continuar a ler]

A MINHA SEMANA

A MINHA SEMANA

Normalmente, em cada duc in altum, somos convidados a falar de um tema que nos seja próximo, que nos tenha cativado, algo que para nós faça sentido e transmita, muitas vezes, o que sentimos.

Sorte (ou azar), o meu duc in altum surge numa semana cheia de alegrias, entusiasmos, novidades. Numa semana que foi de confronto mas também foi de entrega. Numa semana em que o sim foi mais forte e mais evidente. Na semana em que fui ordenado diácono. E é um pouco desta semana que quero partilhar. [continuar a ler]