Coro do Seminário participa no XXXI Encontro de Coros da ilha Terceira

Coro do Seminário participa no XXXI Encontro de Coros da ilha Terceira

O coro do Seminário Episcopal de Angra participa este fim de semana no XXXI Encontro de Coros da ilha Terceira, que se realiza no Centro Cultural de Angra.

O Coro do Seminário, regido pelo reitor, Pe. Hélder Miranda Alexandre, é composto pela generalidade dos seminaristas e atuará esta noite às 21h00, juntamente com o Coro Tibério Franco, da Terra Chã que também é regido pelo vice-reitor do Seminário, Pe. Ricardo Henriques.

Além destes dois coros, atuarão esta noite o Orfeão da Praia da Vitória, o Coro Allegro, o Coro Padre Tomás de Borba da Academia Musical da ilha Terceira, o Grupo Coral da Justiça do Porto e o Coro Orfeão de Eiriz

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NOLI ME TANGERE

NOLI ME TANGERE

Nas circunstâncias atuais, que provas seriam precisas para acreditar que alguém ressuscitou dos mortos? Permaneceria incrédulo? Cético? Sinto-me, muitas vezes, salvaguardado na “casa” do meu coração, com medo do mundo, tentando que Ele não afete a minha medíocre vida, que Ele não irrompa pela porta e me traga a paz? Mesmo assim, tendo essa consciência, eu fico apático e quase que uma miragem ou ilusão me passa pelos olhos. [continuar a ler]

Seminaristas instituídos no ministério do acolitado

Seminaristas instituídos no ministério do acolitado

D. João Lavrador instituiu no dia 12 de Maio, pelas 18.00, na Sé de Angra, seis seminaristas no ministério de acólito desafiando-os a serem um testemunho vivo da entrega a Deus para outros jovens.Os seis instituídos são Aurélio Alexandre Ferreira Sousa, Igor Samuel Lima Oliveira, João Paulo Farias, Nuno Filipe Pacheco Sousa, Pedro Rodrigo Faria Carvalho e Sandro Emanuel Melo Costa, todos de São Miguel.

O bispo de Angra instituiu esta tarde seis seminaristas do 5º ano do Seminário Episcopal de Angra no ministério de acólito e desafiou-os a serem testemunhas vivas do itinerário cristão que escuta e se dispõe a arriscar, seguindo o Bom Pastor.

“Vós jovens sois hoje nesta celebração a imagem viva do itinerário a seguir por todos os jovens e o convite a tornar a Igreja mais jovem deslocando-se até à fontes da alegria cristã e a seguir a Jesus Cristo que veio para servir e não para ser servido” afirmou D. João Lavrador na homilia que proferiu esta tarde na celebração na Sé de Angra.

“Perante uma cultura que parece reduzir a questão de Deus a alguém que não ouve, nem tem voz, um principio sem intervenção, com o qual o homem pensa e age

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«Quem é Esse a Quem Chamam de Jesus?»

«Quem é Esse a Quem Chamam de Jesus?»

«Quem é Esse a Quem Chamam de Jesus?»

Esta pergunta que nos faz meditar podemos encontrá-la de uma outra forma na passagem do Evangelho de São Mateus (Mt 16, 13-19)– “Jesus chegando a Cesareia da Filipe interroga os Discípulos dizendo: Quem dizem os homens ser o filho do homem? Simão Pedro disse: Uns João Batista, outros Elias, e outros Jeremias ou um dos profetas. Disse-lhes Ele: E vós, quem dizeis que Eu Sou? Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus Vivo”. [continuar a ler]

O Senhor alimentou-nos

O Senhor alimentou-nos

Na vida de hoje, este tempo forte da Páscoa não altera a monotonia do nosso quotidiano, como uma leve brisa que não faz oscilar a mais pequena folha de árvore. A passagem do Amor parece que se dá sem que nenhum coração palpite de alegria com a presença de tão grande e admirável doação.

Tão grande e admirável doação dá-se na Cruz; é o cume de todo um plano salvífico que não nos deixa ficar dentro do túmulo, mas que nos faz ressuscitar com Cristo. É um Deus que se deixa ficar no Pão e no Vinho; um Deus que se doa por inteiro, verdadeiro pão que sacia a nossa fome. [continuar a ler]

COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO

COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO

Quem de nós nunca sentiu que o sorriso que recebeu foi resultado do sorriso que ofereceu?

Ou que a pessoa que está à nossa frente se apressou devido ao facto de ter notado o nosso ritmo acelerado e impaciente?

Ou, então, quem nunca se sentiu desmotivado ao ver o outro também desmotivado?

O facto é que ninguém consegue abstrair-se totalmente do mundo que o rodeia.

Estes são exemplos de linguagem não-verbal, ou seja, uma linguagem sem palavras, mas que, na maioria das vezes, acaba por ser muito mais poderosa. Se de outro modo fosse, não faria sentido o dito “uma imagem/uma atitude vale mais que mil palavras”.

O homem, enquanto ser social, age e está exposto ao conjunto de ações daqueles que o rodeiam. Até o silêncio, como resposta, é uma forma de comportamento. Só podemos falar em ausência de comportamento, quando efetivamente a pessoa deixa de ter vida, ou seja, quando morre.

Ora, já São Tomás de Aquino, quando falava das cinco vias da existência de Deus, dizia, na chamada via do movimento, que, se uma coisa se move, é porque foi movida por outra. Aliás, também a física explica que a ação gera uma reação, da mesma forma [continuar a ler]