PARAR

PARAR

Avançamos cada vez mais depressa para a Páscoa do Senhor e encontramo-nos, praticamente, a meio desta caminhada quaresmal, no IV Domingo da Quaresma, que a Igreja evoca como um dos Domingos da Alegria. É um convite à introspeção e a fazermos um “check-up” deste itinerário quaresmal de 2018.

O que já mudei no meu modo de ser comigo e com os outros até agora, ou o que preciso ainda de melhorar ou extinguir para que esta Quaresma tenha frutos na minha vida? Muitas vezes, caímos na relatividade de um simples ritualismo ou de promessas à boca cheia, que são vãs e incompatíveis com o modelo de Jesus Cristo.

«Perdoai e sereis perdoados. (…) a medida que usardes com os outros será usada também convosco.» [continuar a ler]

Seminário celebra Sagrado Lausperene antecipando 24 horas com o Senhor

Seminário celebra Sagrado Lausperene antecipando 24 horas com o Senhor

Adoração entre as 7h00 e as 19h00 na Capela da Natividade

O Seminário Episcopal de Angra está a celebrar hoje o Sagrado Lausperene, uma jornada de oração que começou às 7h00 com a celebração da Eucaristia, seguida de adoração durante todo o dia.

A comunidade educativa é convidada a rezar diante do Santíssimo entre as 7h00 e as 19h00, com momentos de adoração.

O Sagrado Lausperene foi iniciado por D. Luís de Sousa, Arcebispo de Lisboa, que faleceu em 1702.

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SEDE DELE

SEDE DELE

Um título com duplo sentido e que certamente fará suscitar ambos os sentidos nas mais diversas leituras e formas de o interpretar.

Pois bem, sede e sede Dele.

Aos que leram sede como auto necessidade, procura ou desejo Dele, peço que a vejam também como o verbo ser, no imperativo: “Sede vós”.

Convido-vos a uma pequena reflexão subordinada ao tema “vida espiritual” – baseando-me nas reflexões proferias pelo Pe. Agostinho Tavares, no retiro quaresmal do Seminário de Angra – tendo sempre presente o vocábulo “sede” nestes dois sentidos.

Estamos no tempo da Quarema, que a Igreja apresenta assim: “No Tempo da Quaresma, os fiéis, escutando mais frequentemente a palavra de Deus, dedicando-se à oração, fazendo penitência, recordando o seu Batismo e seguindo a Cristo no caminho da cruz, preparam-se para celebrar dignamente a Páscoa.” [continuar a ler]

Jornadas de Teologia confirmam Seminário como um dos centros açorianos de debate cultural

Jornadas de Teologia confirmam Seminário como um dos centros açorianos de debate cultural

 Reitor diz que foram três dias de “encher a alma”

Terminaram esta noite, em Angra do Heroísmo, as II Jornadas de Teologia, organizadas em parceria entre o Seminário e a Academia de São Tomás de Aquino.

“Foram três dias intensos que encheram a alma, deixando-nos interrogações e interpelações para o futuro” disse o Reitor do Seminário em declarações ao Igreja Açores, no final das Jornadas ”Deus na pena dos Homens- Diálogo entre Teologia e Literatura”, que reuniram teólogos, professores universitários e sacerdotes.

“A casa cheia foi um sinal de que a sociedade quer isto: quer-se interrogar sobre o transcendente e a igreja não se pode alhear desta tarefa” disse o Reitor do Seminário satisfeito com a adesão dos terceirenses.

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A esperança é um elemento identitário de todos os crentes, diz o Pe. José Júlio Rocha

A esperança é um elemento identitário de todos os crentes, diz o Pe. José Júlio Rocha

Professor de Teologia Moral do Seminário encerra II Jornadas de Teologia com conferência “Fé e Literatura: três ensaios sobre a esperança”

O mundo “perdeu toda a sua capacidade redentora” ainda assim a esperança “não morre” e é um dos elementos identitários de todos os crentes, afirmou esta noite o Pe. José Julio Rocha que encerrou as II Jornadas de Teologia promovidas pelo Seminário de Angra e que permitiram durante três dias refletir sore “Deus na pena dos Homens- Diálogo entre Teologia e Literatura”.

“A fé não nos traz a paz, mas a luta. No entanto, a esperança não morre” disse o professor de Teologia Moral sublinhando que “atirar a esperança para o lado de lá do campo do jogo, para o Outro, abre as portas à transcendência”.

O Teólogo, que é um dos poucos investigadores em Portugal a estudar o encontro entre a Teologia e a Literatura, onde ainda há “um enorme espaço por desbravar”, partiu da análise de três obras fundamentais do pensamento que exploram a natureza humana em situações limite: “A Lenda do Grande Inquisidor” inserido no romance “Os Irmãos Karamazov”, de Fiódor Dostoiévsky; “A Metamorfose” de Franz Kafka e “O Velho e o Mar”  de Ernest Hemingway. [continuar a ler]